Resiestrela S.A. e CIRVA, Ace, estabelecem parceria no âmbito da gestão de Resíduos de Construção e Demolição (RCD)

10 de Julho de 2010 – A Resiestrela S.A, a empresa responsável pela gestão do Sistema Multimunicipal de Triagem, Recolha Selectiva, Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos da Cova da Beira, e a CIRVA – Centros Integrados de Reciclagem e Valorização Ambiental, Ace, empresa que detém um centro de tratamento de resíduos de construção e demolição (RCD) no Sabugal, estabeleceram uma parceria que visa possibilitar a deposição destes resíduos, gerados em pequenas obras (até 1 m3), nos ecocentros que a Resiestrela S.A. opera na área de incidência da Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB). No arranque desta parceria, o Ecocentro do Sabugal é o primeiro em que já podem ser depositados os resíduos de construção e demolição resultantes de pequenas obras de particulares, até 1 m3.

A Resiestrela S.A. – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos S.A. e a CIRVA – Centros Integrados de Reciclagem e Valorização Ambiental, Ace, vão efectuar a apresentação da parceria que estabeleceram no âmbito da gestão de Resíduos de Construção e Demolição (RCD), no dia 12 de Agosto de 2010, pelas 11.00 horas, no Ecocentro do Sabugal, sito na Estrada Nacional n.º 233-3, Riba Arnês, seguida de sessão de esclarecimento sobre a operacionalização técnica da mesma, a realizar na Câmara Municipal do Sabugal, às 11.30 horas.

Nos termos desta parceria, os ecocentros que a Resiestrela S.A. dispõe nos Concelhos pertencentes à Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB), poderão vir a ser utilizados para a deposição de resíduos de construção e demolição (RCD) resultantes de pequenas obras de construção civil de particulares, sem encargos, desde que o quantitativo em causa não ultrapasse 1 m3. Estes resíduos serão objecto de tratamento e valorização ambiental pela CIRVA Ace, nas suas instalações do Sabugal.

O ecocentro do Sabugal será o primeiro onde se iniciará o desenvolvimento desta colaboração, sendo a rede de recolha posteriormente alargada a outros ecocentros, em função da adesão das restantes Câmaras Municipais da área de incidência da AMCB a esta iniciativa.

Com a presente parceria, as duas empresas conjugam esforços no sentido de valorizar as infra-estruturas próprias que dispõe no terreno, articulando a rede logística de recolha de resíduos detida pela Resiestrela S.A. – ecocentros, com a capacidade de transporte e tratamento de RCD que a CIRVA Ace instalou, possibilitando a prestação de um serviço essencial e de proximidade a todos os que realizam pequenas obras de construção civil, de forma mais económica e eficiente.

A este respeito, o Administrador-Delegado da Resiestrela S.A., Carlos Pais, salientou que “Esta colaboração concretiza e vem dar resposta aos anseios dos pequenos produtores de resíduos de construção e demolição, que se deparavam com a inexistência de locais apropriados para a sua deposição, o que levava a que os mesmo fossem muitas vezes lançados de forma incorrecta nas nossa florestas e locais ermos, atentando contra o ambiente. Os ecocentros da Resiestrela S.A. estão perto dos cidadãos dos Municípios da AMCB, nomeadamente em cada sede de Concelho, pelo que são locais privilegiados para a deposição, pelos pequenos produtores, deste tipo de resíduos.”

Por outro lado, Nuno Santos, Administrador da CIRVA Ace, afirmou que “é nosso objectivo vir a dotar todos os Concelhos da Associação de Municípios da Cova da Beira com uma solução técnica e ambientalmente sustentável, para a questão dos RCD produzidos nas pequenas obras. É mais uma forma de podermos dar cumprimento ao Dec. Lei 46/2008, que responsabiliza os Municípios em dispor de soluções técnicas, capazes de solucionar o problema da pequena obra com produção até 1 m3 de RCD. E a colaboração entre entidades que dispõe de valências e infra-estruturas diferentes, mas complementares, como a CIRVA Ace e a Resiestrela S.A. faz actualmente todo o sentido, pelas sinergias alcançadas, e pela possibilidade de prestar um melhor e mais eficiente serviço às populações, tornando as mesmas economicamente mais sustentáveis.” Aliás, adiantou o mesmo, “ é nossa intenção alargar a nossa parceria a outras regiões do País, como forma de abrangermos a maior área possível de Portugal, e dessa forma apresentar mais e melhores soluções para a questão dos RCD.”

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